sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

AS CHUVAS RESTAURADORAS

Quando o profeta joel escreveu sobre a chuva temporã e serôdia, judá, vivia uma época de grande devastação.  Uma enorme praga de locusta.  Havia aniquilado toda vegetação. 
Pastagem, tanto ovelhas como gado, todos morreram.  Safras perdidas, fome e seca por toda parte.    Às vezes. estamos assim, vivendo a devastação. Como se uma praga de locusta devorasse nossos sonhos de paz e prosperidade.   Nos tirando da   "Zona de conforto".  Tudo que nossos olhos conseguem alcançar é destruição, tristeza. O que fazer?  Deus através do profeta, convoca o povo ao arrependimento.  O mal sobre judá teria vindo por causa do pecado.                                
        "Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, regozijai-vos no SENHOR, vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida a chuva; fará descer, como outrora, a chuva temporã e a serôdia.
                                                                                   Joel 2:23.
       Quem trabalha no campo, com agricultura, sabe que muita chuva, pouca chuva ou chuva fora do tempo pode destruir as plantações. O importante não é somente a chuva, mas a chuva na quantidade e no tempo certo. Aliás, um dos maiores dilemas da humanidade hoje e num futuro próximo se relacionará à escassez de água. A capacidade de o céu produzir chuva parece diminuir à medida que o homem lança mais poluição no ar. Impureza não combina com chuva para alimentar a vida.
podemos exemplificar  a ação do Espírito Santo sobre a vida dos que o buscam  por  momentos de muitas chuvas no tempo certo e também pelas chuvas serôdias. Uma das características da chuva serôdia é a suavidade, como ela cai de uma forma mais tranqüila, pouco mais que o orvalho. Isso permite que as plantas e frutos não sejam arrancados de seu lugar e cresçam ainda mais.
        "Além disso, retive de vós a chuva, três meses ainda antes da ceifa; e fiz chover sobre uma cidade e sobre a outra, não; um campo teve chuva, mas o outro, que ficou sem chuva, se secou".                                                                       Amós 4:7.
        Solo  sem chuva é solo morto ou, no mínimo, solo adormecido, que não produz fruto. Chão que só recebe chuva torrêncial também não produz frutos, pois as sementes não conseguem se fixar e crescer. Para frutificar é preciso contar com chuva no tempo e na quantidade adequada.
      Assim o espírito santo trata cada um de nós, nos moldando, trazendo sobre nós a chuva temporã e a chuva sorôdia nos tornado pessoas vencedoras, assim como Cristo o é.   Mas não apenas vencedores em determinadas areas da vida e sim em todas, vivendo na plenitude, uma vida  em Cristo vitoriosa.

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